terça-feira, 28 de maio de 2013

Mercado de Títulos

1. Distingue mercado primário de mercado secundário.
Enquanto o mercado primário diz respeito ao momento em que novos títulos de dívida são introduzidos (ex: leilões de bilhetes ou títulos), o mercado secundário diz respeito à negociação posterior desses títulos que chegaram ao mercado através dos leilões (dos mercados primários).

2. Compara o empréstimo obrigacionista com o aumento de capital quanto:
a) à rentabilidade dos títulos- é melhor do que o empréstimo obrigacionista , pois ninguém seria capaz de arriscar sem dono de uma empresa com muitas acções , tendo essa mesma uma margem de lucro nula ou relativamente mínima.
b) à possibilidade de as empresas ajustarem os pagamentos à conjuntura económica- Enquanto as acções permite que as empresas se adaptem à conjuntura económica, o empréstimo obrigacionista não, pois se um negocio corra mal não será distribuído lucros com e para ninguém..

3. Explicita o significado dos termos:
a) Tomada firme; significa garantir as emissões de emissão de um empréstimo obrigacionista e colocar os título as à venda ou disposição do público.
b) Corretoras;
c) Cotação.

4. Distingue bull market de bear market.
Enquanto o bull market traduz-se num mercado com grandes elevadas tendências onde os operadores apostam na alta dos activos, o bear market traduz-se num mercado com baixas tendência, ou quando os operadores apostam na baixa dos activos.

5. Imagina que no fim de 2012 tinhas comprado 1.000 € em títulos e que o valor dos títulos que compraste subiu ao ritmo do PSI-20.
Utiliza este gráfico (PSI-20/VER MAIS) para calcular o valor actual da tua carteira.


6. Refere as diferentes possibilidades que os indivíduos têm de rentabilizar os seus investimentos distinguindo os conceitos de price-taker e price-maker.


7. Porque é que os particulares não podem comprar divida pública no mercado primário? – Perguntou José Gomes Ferreira a João de Almada Moreira Rato, Presidente do IGCP. (VÍDEO) Este não respondeu, mas percebe-se porquê.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Leasing, Factoring e Capital de Risco

1. Supõe que desejas adquirir um automóvel que custa 25.000 €. Identificaste o leasing como boa opção de financiamento e desejas pagar a viatura em 48 meses.
Determina (faz print screen) a (a) entrada inicial, o (b) valor do aluguer mensal e o (c) valor residual. 
a - 12500 euros
b - 500 euros
c - 280,63 euros

2. Caracteriza o leasing.
 O leasing é uma palavra de origem inglesa que significa ceder a posse por arrendamento ou aluguer, onde se realiza no aluguer um activo dispendiosos, como maquinaria por um fabricante a uma empresa de locação.

3. Refere as vantagens do leasing relativamente a outras alternativas de financiamento.
O leasing é bom para pessoas que não tem dinheiro, ou seja, fabricantes que não podem pagar o custo total de um activo oneroso.

4. Caracteriza o factoring.
 O factoring é uma actividade comercial que soma prestações de serviços à compra de activos financeiros, resumindo trata-se de contratar outras pessoas ( denominadas agentes consignatários)  para receber o dinheiro das facturas da empresa.

5. Refere as vantagens do factoring relativamente a outras alternativas de financiamento. 
As vantagens do factoring são:
   - Libertação da carga administrativa inerente ao processo de cobrança de facturas  acompanhamento dos devedores, comunicações, emissão de avisos e recibos, que os permite canalizar energias disponíveis para as áreas produtivas e comerciais.
   - Têm acesso a uma garantia com um maior poder negocial junto de fornecedores , e a racionalização da gestão de tesouraria (pela certeza das receitas).
   - Redução de eventuais prejuízos com juros inconcebíveis.
   - Acesso a uma taxa de juro muito mais favorável no credito em conta corrente na CGD.

6. Compara a actividade das sociedades de capital de risco com a actividade dos bancos, sintetizando em menos de 200 palavras a generalidade dos aspectos referidos na página 9 deste Guia.
  Enquanto a capital de risco é a médio e a longo prazo o endividamento tem qualquer prazo.
  A capital de risco  tem empenho total até ao desinvestimento e o endividamento faz uma analise do risco de solvabilidade e exigência de garantias patrimoniais.
  A capital de risco disponibiliza o financiamento com objetivo de crescimento e valorização do negócio e endividamento salvaguarda o risco.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Rendimento disponível dos particulares

1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.
O rendimento pessoal é o total do dinheiro recebido por um individuo ou família durante um período de tempo. Se ao rendimento pessoal tirarmos o dinheiro que as famílias tem de pagar pelos impostos, ficamos com o rendimento pessoal disponível.

2. Distingue impostos diretos de impostos indiretos.
Os impostos diretos incidem automaticamente sobre o sujeito e este fica imediatamente sobre o rendimento. Os impostos indiretos incidem sobre um, e é também suportado por outro, uma vez que um produtos encontra uma forma de não pagar os impostos sozinho, subindo o preço conforme varia o iva.

3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.
As contribuições sociais distinguem-se dos impostos porque as contribuições tem uma finalidade  sendo por isso geridas pela segurança social e não incluídas no orçamento de estado. Os imposto também são descontos mas entram no cofre do estado.

4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.
O motivo pela qual a despesa de bens duradouros é a parcela mais estável porque o consumo dos bens duradouros é mais evitado pelos consumidores, uma vez que o seu consumo é adiado, e por isso hà uma maior estabilidade no consumo.

5. Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula:
a) O Rendimento disponível dos particulares;
b) O Consumo privado;
c) A Poupança;
d) A Taxa de Poupança;
e) As Taxas de crescimento das diversas rúbricas.

6. Interpreta os cálculos acima efetuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais; 2009 e 2011.
b) Nesse ano, qual a rubrica cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP; rendimentos de empresa e de comunidade de 2009, e renumerações do trabalho de 2011.
c) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais contribuiu para a redução do RDP; contribuições para a segurança social no ano 2009 e 2011.
d) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
A utilização de bens duradouros diminui nos dois anos devido a descida do RDP, que vai fazer com que a população comece a adquirir mais bens não-duradouros que são dispensáveis à vida e não-abdicáveis, em vez dos bens não-duradouros do qual se pode abdicar o consumo, pois estes não são fundamentais.
e) Paradoxalmente, apesar dos efeitos que referiste nas alíneas anteriores, a taxa de poupança mantem-se sensivelmente ao mesmo nível. Como se explica isto?
A taxa de poupança revela uma percentagem do rendimento que não fora utilizada pelas famílias para o consumo, porém encontra-se relativamente sempre ao mesmo nível uma vez que as famílias ao observarem o seu rendimento reduzido, essas mesmo adotam um pensamento de contenção  isto é, as pessoas adotam um maior pensamento em relação as poupança (mantendo assim a taxa de poupança). Acontecendo isto tudo, as famílias vão cortar o máximo no consumo dos bens dispensáveis a vida (bens duradouros, constituindo assim um paradoxo, pois na pratica seriam mais provável uma família que ganha-se menos poupasse menos, e assim teria menos rendimentos para sobreviver.

7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW)
Comenta.
Através do gráfico do RDP observamos que o consumo de bens duradouros têm pouca importância, já os bens não duradouros apresentam uma importância relativamente muito maior.
Porém os valores mais altos encontram-se nas poupanças produzida pelas pessoas, enquanto os valores mais baixos se encontram nos bens não duradouros conforme referi na frase anterior.


terça-feira, 7 de maio de 2013

Poupança e Investimento

1. Justifique porque o conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento.
O conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento Porque investido na poupança obter-se-a uma certa quantidade de rendimentos que depende de caso para caso, no qual se destina a gastos de consumo privados no futuro.

2. Refira o efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança da sociedade portuguesa.
O efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança diminuiu e o rendimento disponível dos particulares aumentou.

3. Identifique uma opção de poupança perigosa e sem qualquer rendimento.
O entesouramento é uma opção perigosa de poupança e não tem qualquer rendimento.
4. Identifique o destino de poupança mais comum.
O destino de poupança mais comum é o depósito do montante poupado num banco.

5. Identifique a aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva.
A aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva é o investimento.

6. Explique porque a taxa de lucro deverá ser superior à taxa de juro.
A taxa de lucro deve ser superior à taxa de juro porque assim ninguém investia, se a taxa de lucro for menor à taxa de juro vão ter prejuízo ao investir, e as pessoas vão investir e não vão queres ter prejuízo.

7. “A taxa de juro é o preço de equilíbrio que se estabelece entre quem procura e quem oferece liquidez”.Comente.
O dinheiro é um bem e como qualquer bem tem um preço, e tal como os outros bens pode haver outras pessoas dispostas a vender dinheiro(

8. Explicita as funções do investimento.
Existem várias funções do investimento:
- A substituição ou reposição do capital- as maquinas que vão tendo um desgastes precisam de ser substituídas para manter a capacidade produtiva.
- A formação de capital ou aumento da capacidade produtiva- é a função do bem real, permitindo produzir mais bens.
- A inovação- é a melhoria de novos produtos ou processos produtivos.
9. Explicita o conceito de amortizações.
A amortização é a redução do valor de uma divida, através do pagamento em prestações até que a dívida seja liquidada.
10. Distingue investimento de reposição de investimento de expansão.
O investimento de reposição acontece quando o investimento permite repor a capacidade produtiva e o investimento de expansão acontece quando o investimento é superior ao investimento de reposição assim sendo permite aumentar a capacidade produtiva.

11. Define investimento líquido.
O investimento líquido é o investimento que é realmente aumentado pela capacidade produtiva.
12. Justifica a variação de existências como componente do investimento.

13. Justifica uma elevada taxa de poupança e um elevado volume de investimento como elementos do mesmo “ciclo virtuoso”.

14. Entre os vários tipos de investimento, identifica o que mais contribui para:
a) o crescimento da economia- investimento material;
b) a inovação- i
nvestimento imaterial
c) a especulação-
 investimento financeiro

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A redistribuição dos rendimentos

1. Entre as receitas públicas, identifica e justifica:
a) A que agrava o volume da dívida para satisfazer necessidades imediatas- É as receitas creditícias, pois estas resultam da contração de empréstimos que darão origem ao aumento do valor da denominada dívida publica.
b) A que pode significar redução da atividade do Estado na economia- É as denominadas receitas patrimoniais ou voluntarias, ou seja, são bens ou patrimônios vendidos pelo estado.
c) A que deverá ser utilizada para financiar despesas correntes- É as receitas coactivas, na qual se baseia no requerimento de impostos por parte do estado.

2. Distingue políticas fiscais de políticas sociais.
As políticas sociais realiza despesas em conjunto com o estado como a segurança, ações sociais, saúde e educação, enquanto as politicas fiscais trata-se de requerimento de imposto propostos pelos estado denominadas receitas coactivas.

3. Explica em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
A redistribuição dos rendimentos consiste nu,ma nova distribuição de rendimentos mais justa e aceite do que a repartição primaria.

4. Calcula a importância das três principais rubricas da despesa pública em 2012. (Dados no Pordata)
As três principais rúbricas são : a Saúde, a Segurança Social e a Educação.
Saúde:
(10397,6) * 100 / 37256.6 = 27.90 % da população
Educação:
(6623.2) * 100 / 37256.6 = 17.77 % da populaçao
Segurança Social::
(12369.7) * 100 / 37256.6 = 33.20 % da população
O total do calculo da respetiva importancia é de 37256.6 milhões de pessoas .

5. Realiza três simulações à tua escolha no site para onde vão os seus impostos.
1ª simulação - um casal com um rendimento anual bruto de 60 mil euros e 3 filhos terá pago cerca de 11.075,46 euros no ano anterior.
2ª simulação - um solteiro com um rendimento anual bruto de 13,500 euros e sem filhos terá pago cerca 871,52 euros em impostos no ano anterior.
3ª simulação - um divorciado com um rendimento anual bruto de 4 mil e 800 euros e 2 filhos não terá pago nada em impostos no ano anterior.

6. Refere como o valor dos impostos varia com:
a) o nível de rendimento- quanto maior o nível de rendimento de um individuo maior é o valor de impostos que terá de pagar.
b) o estado civil- os solteiros e solteiras pagam muito mais em impostos em relação aos casados, divorciados, viúvos e etc...
c) o número de filhos- quanto maior o numero de filhos menor será o que terá de se pagar em impostos.

7. Justifica a independência da afetação das despesas nas diversas simulações que efetuaste.
Se imaginarmos cada pessoa num determinado estado, os impostos serão pagos consoantes as capacidades contributivas (se uma pessoa tem um salário alto vai pagar impostos altos), sendo assim as prestações sociais dependem das necessidades de cada um. 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Desigualdades na repartição dos rendimentos em Portugal e na UE

1. Distingue pobreza de privação material. Recorrendo à imagem no início deste post calcula quantas pessoas são afectadas pela (a) pobreza; (b) pela privação material; (c) por ambas as situações.
a) pobreza - 80 milhões
b) bela privação material - 40 milhões
c) por ambas as situações - 18,8 milhões
2. Refere o subemprego como factor explicativo da pobreza. 
O subemprego trata-se do numero de pessoas que vivem em agregados familiares, onde este mesmo os figuras com relevo.

3. Identifica os grupos sociais que correm maior risco de pobreza e exclusão social.

São os inativos(não reformados e não crianças),crianças e empregados.

4. Indica os cinco países da EU com (a) mais e (b) menos população em risco de pobreza, analisando o grupo etário mais jovem (0-17). 
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+em+risco+de+pobreza+total+e+por+grupo+etario+(percentagem)-2331-180821
Os cinco países da EU com (b) menos população em risco de pobreza no grupo etário entre 0 à 17 anos é a Noruega,Suécia,Dinamarca,Finlândia e Islândia.
E os outros cinco países da EU com (a) mais população em risco de pobreza no grupo etário entre os 0 aos 17 anos é a Bulgária, Roménia, Letónia, Hungria e Lituânia.

5. Indica os cinco países da EU com (a) mais e (b) menos população em risco de privação material severa, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Taxa+de+privacao+material+severa+total+e+por+grupo+etario-2333-181087
Os cinco países da EU com (a) mais população em risco de privatização materialno grupo etário entre 0 à 17 anos é a Bulgária, Roménia, Letónia, Hungria e Grécia.
Os cinco países da EU com (b) menos população em risco de pobreza no grupo etário entre 0 à 17 anos é o Luxemburgo, Suécia, países baixos como a Holanda, Finlândia e Dinamarca.

6. Entre o Telefone, a Televisão a cores e a Máquina de lavar roupa, verifica de qual destes bens se encontram privadas mais pessoas. Indica os cinco países com mais população privada da sua aquisição.http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+sem+capacidade+de+aquisicao+de+alguns+equipamentos+domesticos+(percentagem)-1526-63402
Os cinco países com mais população privada da aquisição da maquina de lavar a roupa é a Bulgária, Roménia, Letónia, Bulgária(erro do pordata) e Roménia ( erro do pordata).

7. Verifica qual o género onde o problema do subemprego atinge mais pessoas. Indica os cinco países onde esse género é mais afectado.
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+com+menos+de+60+anos+a+residir+em+agregados+domesticos+com+intensidade+laboral+muito+reduzida+total+e+por+sexo+(percentagem)-2334-181238
Faz com que a população com menos de 60 anos de idade seja forçado a residir em agregados domésticos com intensidade muito reduzida, sendo exemplo de países como a Bélgica, Espanha, Grécia, Hungria e Lituânia.

8. Indica os seis países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo rácio S80/S20.Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Desigualdade+na+distribuicao+do+rendimento+(S80+S20)-1540
Os seis países com maior desigualdade na repartição do rendimento , medidas pelo rácio S20/S80 é a Espanha, Letônia, Bulgária, Romênia Grécia e Lituânia.
E quanto em Portugal podemos ver que em 2011 apresenta um rácio S80/S20 de cerca de 5,7 que significa que os 20% mais ricos ganharam 5,7 mais vezes que os 20% mais pobres( Portugal tem um rácio S80/S20 muito mal distribuído).

9. Indica os seis países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo Coeficiente/Índice de Gini. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Indice+de+Gini-1541
 Os seis países com maior desigualdade na repartição do rendimentos são  Letônia  Bulgária, Portugal  Grécia, Espanha e Romênia.
Quanto a Portugal o coeficiente de gini e de cerca de 34,2. Apesar disso Portugal encontra-se nos seis países da União europeia com níveis elevados na desigualdade de repartição nos rendimentos (valor esse que deveria estar próximo de 0 para ser ideal).

10. Recorrendo ao Índice Better Life (ver Tutorial do Better Life) constrói duas imagens: (a) uma que mostre Portugal relativamente bem posicionado; (b) outra que deixe Portugal entre os piores países. Refere como procedeste para obter as referidas imagens.

11. Consultando o PORDATA, refere o poder de compra em cinco concelhos à tua escolha.
  Em Caminha é de 55.76 , em Fafe é de 64.79 , em Terras de Bouro é de 52.34 , em Lisboa de 232.54 e cascais apresenta um valor de 150.63.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Repartição pessoal dos rendimentos: Leque salarial e Rendimento per capita

1. Aponte algumas razões que podem conduzir a uma repartição do rendimento injusta, mesmo num mercado eficiente.
Mesmo que o mercado possa ser eficiente quase a 100%, por ventura a repartição do rendimento pode ser muito injustas, como por exemplo factores como a riqueza,talentos, intelectualidade e entre muitos outros.

2. Distinga o rendimento pessoal do rendimento pessoal disponível.
O rendimento pessoal engloba o total do dinheiro que um individuo ou família recebe durante um período de tempo. Se ao rendimento pessoal retirarmos os impostos que as famílias tem de pagar, aí elas ficam com o rendimento pessoal disponível, isto é, o que as famílias têm para gastar.

3. Considerando uma nova distribuição do rendimento, calcula nos 3 países:




4.1 Comente os resultados obtidos nas alíneas acima.
 Quanto maior for a percentagem que afecta o trabalho , melhor distribuído e o próprio trabalho estará  Logo observando os cálculos acima está melhor distribuído no pais 1 com cerca de 72%.
Também podemos analisar que a distribuição é melhor no pais 1, já no pais 3 é a pior distribuída em comparação aos 3 países.

4.2 Refira três limitações do Rendimento per capita.
O rendimento per capita obtém se com uma media de repartição do rendimento, e por causa de ser uma media calculada ignora as desigualdades existentes em certos países ( ex: se eu pagar uma pizza a metade com o meu irmão  e comer a pizza toda sozinho , a media diria que comemos metade cada um). Porém o rendimento per capita não considera a economia não registada, coisa esta que e muito importante nos países sub desenvolvidos. E por fim o PIB ignora todas as diferenças de preços nos países acima comparados. Basta pensarmos assim , se dois grupos de indivíduos forem comparados em países diferentes com o mesmo rendimento, o grupo de indivíduos que vive no pais mais caro terá um nível de vida inferior, apesar do mesmo rendimento que tenha.



5. O EuroStat, calculando o Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, já pretende responder a uma das limitações do Rendimento per capita. Qual? Justifique. O eurostat calcula o rendimento pessoas disponivel per capita real ajuastada, e com desta maneira compara os diferentes rendimentos em diferentes paises tendo sempre em conta as diferenças de preços, questionando ddesta forma as diferencas de preços nos diferentes paises.

 A imagem acima foi tirado do blogg da Ariana e da Tâmara. 6. Publica uma imagem com os valores do Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, para 10 países à tua escolha. Comenta o quadro.

A imagem acima foi tirada do blogg do Jõao e do Vitaly

Podemos analisar pelo quadro acima representado  o rendimento entre o ano 2000 até 2011 em Portugal, e também podemos ver que o rendimento pessoal disponibilizado no mesmo tem vindo a aumentar positivamente. Porém continua a estar entre os 3 piores nos 10 paises selecionados em 2011, coisa que ja sucederá por volta de 2000.Atráves do quadro acima também podemos observar que em 200 o país com maior rendimento era a Áustria com cerca de 18598, e em 2011 a Noruega com cerca de 26248 ( valores que ficam muito aquém comparados aos de Portugal).






Salário nominal vs. Salário real

1. Distingue salário nominal de salário real.
O salário nominal é o salário correspondente ao valor do trabalho e o salário real é o que se pode adquirir com o salário nominal.

2. Explica como o salário real varia com o (1) aumento da salário nominal e (2) a taxa de inflação.
Quanto maior o aumento do salário nominal menor o aumento da taxa de inflação, no que se traduz num menor aumento do salário real.

3. Relaciona as expressões “salário real” e “poder de compra”.
A expressão "salário real" tem haver com o salário que os trabalhadores recebem, que por norma vai ao encontro da outra expressão "poder de compra", pois é graças ao salário  que os trabalhadores ganham um poder de compra, poder esse que varia conforme o caso de cada individuo

4. Explica o que significa “indexar os salários” à taxa de inflação.
A expressão  "indexar os salários" à taxa de inflação significa variar os salários, ou seja, aumentar ou diminuir os mesmos consoante o caso, deste modo garante-se a manutenção do salário real dos trabalhadores e empreendedores.

5. Preenchendo o ficheiro de ajuda, de 2000 a 2012:


a) Calcula a percentagem de aumento do salário nominal (linha 3);
b) Calcula o ganho (+) ou perda (-) do poder de compra (linha 4);
c) Calcula o valor atualizado de 1.000,00 € em 2000, nos anos seguintes (linha 5).

6. Interpretando o ficheiro de ajuda, indica em que ano:
a) Os preços estavam mais baixos- 2000
b) Os preços estavam mais altos- 2012
c) Os preços subiram mais- 2001
d) Os preços subiram menos- 2009
e) Os salários estavam mais baixos- 2012
f) Os salários estavam mais altos- 2009
g) Os salários subiram mais- 2008
h) Os salários subiram menos- 2001 e 2002
i) São necessários 1.263,71 € para adquirir o mesmo cabaz de bens que se comprava em 2000 com 1.000,00 €.

7. Explica como poderias obter o fator de atualização indicado na imagem 4 do site do INE, no ficheiro de ajuda.
Graças ao factor de actualização conseguimos obter a valoração de determinados valor no ano A, e compararmos esse valor consoante com o valor do ano B.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Repartição funcional dos rendimentos

1. Explicita o conceito de repartição primária dos rendimentos.
A repartição primárias dos rendimentos trata-se dos pagamentos por parte dos factores produtivos, totalmente a parte da actividade do estado, ou seja, trata-se dos salários, rendas, juros,lucros e entre muitos outros.

2. Apresenta os cálculos efectuados para obter o salário mínimo geral mensalizado em 2011.

Em 2011 o salário mínimo mensalizado foi de 565,8. Este resultado obtém-se pela seguinte fórmula:
salário mensal x 14 meses = valor anual pago em salários; valor anual/12 = salário mensalizado


3. Refere o rendimento primário:
a) Mais comum-
salários
b) Que cabe aos proprietários- rendas
c) Associado aos empréstimos- lucros
d) Mais incerto- juros


4. Calcula o juro resultante de uma aplicação de 500€ durante 5 anos, à taxa de juro (TANB) de 4%, sem contar com os impostos.
NOTA: Apresenta os respectivos cálculos e a imagem obtida no Portal do Cliente Bancário.




5. Organizaram-se os países da União Europeia em dois grupos contrastantes em termos dos ratings da dívida soberana:
  • Grupo Lixo- Portugal; Itália; Grécia; Espanha
  • Grupo AAA- Alemanha; Suécia (Sweden); França; Reino Unido
a) Indica a percentagem do PIB que cabe ao trabalho em cada país, utilizando os valores que se observam noGráfico interactivo como previsões (forecast) para 2014. 
  • Grupo Lixo
        -Portugal- 47.4
        -Itália- 42.0
        -Grécia- 31.4
        -Espanha- 44.0
  • Grupo AAA
       -Alemanha- 52.2
       -Suécia (Sweden)- 53.4
       -França- 53.2
        -Reino Unido- 54.3


b) Relaciona a repartição funcional do rendimento com o desenvolvimento dos países.
Segundo a o gráfico interativo podemos observar que os países mais desenvolvidos são os que possuem uma melhor repartição funcional de rendimentos, tal como, a Alemanha, a Suécia, a França e o reino Unido (países membros do grupo AAA).

6. Constrói com os valores disponíveis no PORDATA (Remunerações do trabalho em % PIB), um gráfico que mostre a evolução da repartição funcional do rendimento actualizando este.
Caso te tenhas esquecido como se faz um gráfico, eis o Ficheiro de ajuda


a) Relaciona a repartição funcional do rendimento o calendário eleitoral.
Quando entramos no período eleitoral os rendimentos de trabalho sobre, como espécie de promessa para que possa garantir votos por parte da população. Contudo após o processo eleitoral, os rendimentos de trabalham voltam a descer infelizmente.

b) Verifica a possibilidade de desde 2008 até hoje, a subida da percentagem do PIB afecta ao trabalho derivar daqueda do PIB.
Quando o produto interno bruto diminui, podemos verificar um aumento por parte do rácio, apesar dos rendimentos do trabalho não aumentarem.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Curva de Lorenz e Coeficiente de Gini

1. Observando a imagem do extinto DPP aqui, refere como evoluiu a repartição do rendimento em Portugal no período 1990-95.
Segundo a imagem pode-se observar que a repartição do rendimento em Portugal no período de 1990-95 teve uma ligeira queda significativa, isto é, a repartição do rendimento em Portugal  durante esse período de tempo tem vindo a piorar até aos restantes dias.

2. Considerando a distribuição de rendimentos nos países C e D.
a) Calcula o rácio S80/S20; resposta na figura 1 representada em baixo
b) Constrói o Gráfico com as Curvas de Lorenz; resposta na figura 2
c) Calcula os Coeficientes de Gini. resposta na figura 1 representada em baixo






3. Interpreta os valores obtidos nas alíneas do ponto anterior.
 Através dos cálculos do rácio S80/S20  analisamos que o pais C, uma parte dos 20% atribuída aos mais ricos corresponde a 8,38 vezes à parte dos 20% mais pobres.
O coeficiente de Gini indica que no pais C as desigualdades do rendimento são menores, já no pais D estas mesmas desigualdades de rendimento aumentam ainda mais. Desta maneira concluímos que o rendimento se encontra melhor distribuído no pais C.
Depois de analisando o gráfico com cuidado observamos que no pais C a distribuição e mais equalitaria , uma vez que a curva de lorenz se aproxima mais da reta de equilíbrio do que a curva do pais.

4. Constrói uma tabela com os Coeficientes de Gini para 10 países da UE, considerando somente os dados a partir de 2005. Comenta a posição de Portugal relativamente aos restantes países que seleccionaste. (NOTA: Se não te recordas como se constrói uma tabela a partir do link, observa a nota no final deste post.)

terça-feira, 2 de abril de 2013

A actividade produtiva e a formação dos rendimentos

1. Consultando o relatório da Cáritas (p. 8) associa os riscos da pobreza ao mercado de trabalho.
Estando uma pessoa a sem acesso ao mercado de trabalho faz com que essa pessoa se torne num desempregado, correndo um maior risco de pobreza, isto é, um individuo nestas condições não tem como se sustentar a si e à sua família  Mas também certas pessoas, ou seja. indivíduos que usufruem do salário mínimo estão sujeitas a estes riscos de pobreza, em menor escala pois esses rendimentos não garantem a sua sustentação.

2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
O valor numa sociedade igualiária
O rácio S80/S20 é a diferença entre o rendimento obtido pelos 20% mais ricos (denominado 5ºquintil) e o rendimento obtido pelos 20% mais pobres. Estando numa sociedade equalitária, a distribuição deve ser totalmente equalitária , logo deste modo os 20% mais ricos teriam um rendimento igual aos 20% mais pobre. Desta maneira o rácio seria idêntico aos dois valores iguais, a dividir um pelo outro, do qual se sucederia um quociente igual a 1.

3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento.
O S80/S20 é maior na Grécia,Espanha,Lituânia, Látvia e Polónia.
O S80/S20 é menor na Republica checa, Áustria, Noruega, Eslovénia e França.
O rácio de portugal em 2005 foi de cerca de 7,1 que depois foi diminuindo até ao ano 2010, onde este foi de cerca de 5,7 , porém em 2011 aumentou para cerca de 5,8.

4. Distingue rendimento de riqueza.
Enquanto o rendimento constitui um fluxo  por ser mais fácil de se medir pois encontra-se meramente relacionado com a estrutura da economia, a riqueza das famílias corresponde a um stock, um espécie de valor estático preveniente da acumulação de sucessivas poupanças.

5. Distingue riqueza de capital.
Quando a riqueza é focada para o processo produtivo, já com o objectivo de a reproduzir denomina-se capital.

6. Distingue rendimento de transferência.
Enquanto o rendimento está relacionado à actividade produtiva que corresponde ao dinheiro recebido como recompensa dos factores produtivos feito pela pessoas, já a transferência trata-se de movimentos pecuniários da produção.

7. Relaciona valor acrescentado com rendimento.
O valor dos outputs menos o valor dos inputs da origem ao valor acrescentado por cada empresa, que é utilizado na remuneração dos factores produtivos.

8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
A definição de rendimento está associado à actividade produtiva, visto que corresponde ao dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos feito pelas pessoas. Porém o dinheiro disponível para a utilização não se reduz ao rendimento, porque as pessoas pagam e recebem quantias devido a outras actividades que nada tem haver com a produção como pagar impostos, e em troca recebem subsidio (abono de família e etc..). Cabendo um papel importante aos movimentos pecuniários desligados da produção conhecida como transferências  pois na correcção da repartição primaria dos rendimento que será dada daqui a tempos, explica no que consiste a redistribuição dos rendimentos.

9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
Os rendimentos das capitais cujo estão distribuídas de modo muito desigual, porem a generalidade da população não usufrui de rendas e etc ... Destes rendimentos os mais comuns são os juros dos depósitos.

10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais; quanto maior a qualificação maior o salário
b) Anos de experiência; quanto maior o numero de anos de experiência maior o salário
c) Diferencial de compensação; a maior parte das pessoas tem pensamento semelhantes aos ricos, exigindo muitas vezes um pagamento superior.
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes. Com a segmentação de mercados em carreiras provoca-se uma escassez no seio de cada grupo profissional que faz subir os salários , como por exemplo os engenheiros agrónomos não podem competir com os engenheiros informáticos.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Estruturas de Mercado

1. Observando a tabela de Francisco Pereira de Moura distingue concorrência pura de monopólio.
Enquanto a concorrencia pura trata-se de uma disputa entre uma vasta variedade de pequenas empresas,  o monopolio trata-se de uma grande empresa coim granda dimensão da qual possui um enorme numero de pequena empresas. Por exemplo: a sportzone trata-se de uma empresa com um grande monopolio, enquanto Guilo trata-se de uma pequena empresa cujo tem baixo monopolio.

2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.
As quatro hipoteses são:
     - As empresas vencdem um produto padronizado;
     - As empresas são aceitantes dos preço;
     - Os fatores de produção são perfeitamente móveis a longo prazo;
     - As empresas e os consuimidores têm informação perfeita.

3. Critica cada uma das quatro hipóteses acima lendo o texto de Robert Frank.
1ª Critica - a venda dos produtos padronizados diz-nos qua os consumidores nao sabem distinguir as diferenças dos produtos que compram. Isto é , conta que os consumidores não reconhecem a diferença e variadade como por exemplo uma camisa de seda ou de algodão.
2ºcritca - a norma diz-nos que as empresas são aceintantes de preço, porém existe empresas de grande dimensao e com um enorme monopolio capaz de alterar os chamados"aceitantes depreço" não sendo justo para com as outras empresas como para os consumidores.
3ºcirtica -

4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolista associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B cuja curva da procura se apresenta. Justifica a resposta com Richard Lipsey.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Teoria elementar dos preços

1. Por que razão há somente um ponto onde o volume da procura é igual ao volume da oferta?
Porque esse ponto no gráfico corresponde à intercepção da curva daoferta e da procura ,onde a localição desse ponto no grafico representa a quantidade de equilibrio (q*), e o equilibrio de preço (p*).

2. Define excesso da oferta.
O excesso da oferta é quando o volume do excesso da oferta ascende enquanto o preço sobe.

3. Define excesso da procura.
O excesso da procura é quando o volume da procura excede o da oferta enquanto o valor do preço baixa.

4. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores- Tentarão desfazer-se dos produtos que fizeram em excesso de produçao que têm em stock, baixando o preço desses mesmos produtos.
b) compradores- Sabendo que osprodutos se encontram a um preço muito mais baixo que o habitual obviamente que o vão adquirir, contibuindo para a queda dos preços até atingir o equilibrio de preço (p*).

5. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:a) produtores- Sabendo os produtores que conseguem vender os seus produtos em stock, contribuem em muito para a subida dois preços até atingir o equilibrio de preço (p*).
b) compradores

6. Define preço de equilíbrio.

7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
b) uma redução da procura

8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
b) uma redução da oferta

9. Ilustra no Paint - grava a imagem no ambiente e trabalho em formato GIF ou JPG e carrega-a para o teu blogue - a "lei" da oferta e da procura correspondente aos seguintes casos:

II - Diminuição da procura;
III - Aumento da oferta;
IV - Diminuição da oferta.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Teoria elementar da oferta

1. Distingue volume da oferta de quantidade realmente vendida.
O volume da oferta é a quantidade de um produto que os produtores desejam vender a cada preço.

2. Refere que a oferta varia com os objectivos das empresas, ou estratégias dos produtores.
Os objetivos da empresa é reduzir os lucros ou vender o maximos de produtos.

3. Explica por que razão a oferta de um produto depende do seu preço.
A oferta de um produto depende do preço porque quando os preços aumentão a produção torna-se mais lucrativa.

4. Explica o efeito do aumento do preço dos outros produtos sobre o volume da oferta do produto N.
O efeito do aumento dos preços é se o preço dos outros produtos aumentarem não vai lucrar tanto.

5. Verifica que o aumento do custo dos factores produtivos (trabalho e capital) torna mais caros os produtos nos sectores de actividade que utilizam mais intensivamente o factor produtivo que sofreu o agravamento.
Refere-te ao efeito do aumento do preço do petróleo sobre os diversos sectores da actividade económica.


6. Explicita o impacto do progresso tecnológico sobre o volume da oferta, referindo o seu efeito sobre os custos de produção.
A combinação dos fatores produtivos obtem-se pelo produto n a determinado valor. Isto é esta combinaçao de factores utiliza a tecnologia.

7. Indica as variáveis de que depende o volume da oferta, explicitadas por Lipsey na função da oferta.
As variáveis que dependem do volume de oferta são:
     - o preço do bem n;
     - o preço dos outros produtos;
     - o preço dos fatores de produção;
     - a estratégia dos produtores;
     - o estado da tecnologia.

8. Explica como se chega à curva da oferta a partir da função oferta.
A curva da oferta mostra a relação entre o preço do produto e a quantidade posta a venda
pelos produtores. A curva traçada baseia-se  no preço dos produtos, no preço dos fatores de produção, na estratégia dos produtores e noestado da tecnologia.

9. Interpreta a inclinação ascendente da curva da oferta, referindo o incentivo proporcionado pelos lucros.
A curva da oferta tanto pode ser crescente com pode ser decrescente porque quando a curva esta a crescer indica que quanto mais alto for o preço maior é a oferta do produto. O incentivo proporcinado pelos lucros é quando uma subida de preços para o produtor significa um aumento da margem de lucro.  

10. Recorrendo às figuras 8.1 e 8.2 distingue variação da oferta de aumento da oferta.
A variação da oferta é o volume associado a um nivelde preços. O aumento da oferta é o


11. Indica três factores que poderão ter estado na origem do aumento da oferta ilustrado na figura 8.2.





segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Teoria elementar da procura

1. Distingue volume da procura de quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
O volume da procura é a quantidade de um produto mostrada pela curva da procura, isto é, o que cada consumidor deseja adquirir em cada preço.

2. “O volume da procura é um fluxo”. Explicita o significado desta afirmação.
O volume da procura é um fluxo porque só faz sentido quando referido a uma unidade de tempo.

3. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura.
As variáveis que depende o volume da procura são:

- quando a procura do bem n depende:
       - do preço do bem n;
       - do preço de outros bens;
       - do rendimento dos consumidores;
       -  dos gostos dos consumidores.

4. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.
O volume da procura varia inversamente porque quando os preços sobem os compradores tentam substituir esses bens por outros.

5. Explica como se chega à curva da procura a partir da função procura.
A função da procura mostra-nos a relação entre o preço de um produto e a quantidade que a família deseja comprar.  

6. Interpreta a inclinação descendente da curva da procura.
A inclinação descendente da curva da procura deve-se aos preços quando baixam e à procura quando aumenta.

7. Descreve o efeito ilustrado na curva da procura agregada (AD), quando se passou do ponto (P1, Y1) para (P2, Y2).



8. PONTO ADICIONAL - Identifica a situação e descreve um possível efeito ilustrado em cada uma três imagens abaixo.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O mercado na sociedade moderna

1. Desenha o circuito económico representando os fluxos que se estabelecem nos mercados de Bens&Serviços e de Factores Produtivos, entre os agentes económicos Famílias e Empresas.

2. Apresenta uma definição de mercado.
O mercado é o local ou a forma como pela qual compradores e vendedores de um bem discutem para minimizar o preço e a quantidade transaccionada.
3. Referindo o truque dos incentivos, explica o comportamento no mercado dos:
a) consumidores- Caso um consumidor queira mais de um bem, luta por esse bem, oferecendo mais dinheiro pelo mesmo bem, subindo o preço.
b) produtores- Devido aos incentivos dos consumidores os produtos são incentivados  a aumentar a produção desses bens, deste modo obviamente também aumenta o preço dos produtos com mais procura.

4. Define eficiência no contexto do mercado.
Com base no texto podemos ver que isto tudo trata-se de um mecanismo designado "mão invisível  segundo Smith, este mecanismo diz-nos que cada um produz o que melhor sabe fazer e pode, não havendo leis autoritárias a dizer o que devem ou não produzir ou comercializar.

5. Indica:
a) os factores produtivos-
b) os rendimentos-
c) os agentes económicos-
d) os mercados-

6. Descreve no circuito económico, a relação entre:
a) Bens & Serviços / Despesas de Consumo-
b) Recursos ou Factores Produtivos / Rendimentos-
c) Bens & Serviços / Receitas (das Empresas)-
d) Recursos ou Factores Produtivos / Custos (das Empresas)-


7. Refere três situações como dificuldades de funcionamento ou falhas do mercado.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Taxa de Inflação em Portugal e na Área Euro de 2011 a 2014

1. Completa a tabela acima.








2. Indica em que ano, (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) Os preços estavam mais baixos- (A)- 2013; (B)- 2014
b) Os preços estavam mais altos- (A)- 2013; (B)- 2011
c) Os preços subiram mais- (A)-2011; (B)- 2011
d) Os preços subiram menos- (A)-2013; (B)-2014

3. Explicita o conceito de taxa de inflação implícito neste exercício.
A taxa de inflação é a taxa de inflação média.

4. Interpreta para 2012 (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) O Valor do Cabaz- Em A com 532,5 euros consegue-se comprar o mesmo com 500 euros em 2010. Em B com 1052.7 euros consegue-se comprar o mesmo que com 1000 euros em 2010.
b) O Índice de Preços no Consumidor com 2012=100- Com 100 euros em A e em B compra-se o mesmo com 100 euros em 2010.
c) O Índice de Preços no Consumidor em cadeia- Em A com 532,5 euros em 2011 compra-se tanto como com 100 euros no ano anterior. Em B com 1052,7 euros compra-se tanto como com 100 euros no ano anterior.
d) A Taxa de Inflação- Em A a taxa de inflação tem vindo a descer sucessivamente assim como tem vindo a acontecer tal igual em B.

5. Supõe que o sr. Silva, residente em Portugal, recebia 800 € em 2011 e foi aumentado para 820 € em 2012.Indica o ano em que teve maior poder de compra. Justifica apresentando os cálculos efectuados.



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Cálculo da Taxa de Inflação

1. Explicita os seguintes conceitos associados à taxa de inflação:
a) IPC- é um indicador de que mede as variações nos preços dos bens e serviços de qualidade constante que as famílias consomem.

b) Taxa de variação mensal-

c) Taxa de variação homóloga- compara o custo do cabaz num mês com o mesmo do ano anterior.

d) Taxa de variação média- determina-se através da média aritmética simples das ultimas dozes de taxas hómologas e expressa a tendência de evolução dos preços.

2. Indica- consultando o site do INE - os valores da taxa de variação mensal, em Dezembro de 2012, para as seguintes rubricas:
a) Total excepto habitação- 1,90
b) Total excepto produtos alimentares não transformados e produtos energéticos- 1,27
c) Total excepto produtos alimentares não transformados- 1,80
d) Total excepto produtos energéticos- 1,46
e) Produtos alimentares não transformados- 3,00
f) Produtos energéticos- 4,65

3. Indica em que grupo do ponto anterior:
a) Os preços subiram mais- produtos energéticos.
b) Os preços subiram menos-  Total excepto produtos alimentares não transformados e produtos energéticos
c) Os preços desceram mais- neste mês não há nenhuma rubrica em que os preços baixassem
d) Os preços desceram menos- neste mês não há nenhuma rubrica em que os preços baixassem

4. O Índice de Preços pode calcular-se com base constante, isto é, sempre com o mesmo ano base (1992=100 significa que 1992 é o ano base), ou com base móvel. O IPC em cadeia calcula-se tomando como base de cálculo em cada ano t, o ano anterior, t-1.
4.1. Completa a tabela abaixo.





4.2. Indica em que ano:
a) Os preços estavam mais baixos- 1992
b) Os preços estavam mais altos- 2003
c) Os preços subiram mais-
d) Os preços subiram menos-

4.3. Explicita o conceito de taxa de inflação implícito neste exercício.


4.4. Interpreta para 1994 e 2003:
a) O Valor do Cabaz;
b) O Índice de Preços no Consumidor com 1992=100;
c) O Índice de Preços no Consumidor em cadeia;
d) A Taxa de Inflação.

A importância da estabilidade dos preços é importante porquê?

1. “Com uma moeda estável como o euro, podes também ter a certeza de que com a tua nota poderás comprar sempre uma quantidade idêntica de bens e serviços. Contudo, se o teu dinheiro perdesse valor de forma considerável, então tu deixarias de ter confiança nele. Uma moeda tem valor porque as pessoas confiam nela”. (p. 2)
1.1. Destaca do parágrafo acima uma expressão que enfatize a importância da função de reserva de valor da moeda, num contexto de estabilidade de preços.

A importância de reserva de valor da moeda trata-se duma questão de confiança, sabendo que o euro é uma moeda instável e que o podes utilizar para compra de bens ou por trocas de serviços faz ficar confiante com o dinheiro que possuis. Porém se o euro deixa-se de ser instável provavelmente estarias numa outra inversa, ou seja, passarias a usar uma nota de 10 euros por exemplo por 3 sacos de batatas, enquanto dantes podíamos usar a nota de 10 euros para comprar 5 ou 6 sacos de batatas(quase o dobro).
1.2. O Euro é moeda fiduciária. Justifica.

2. “A moeda simplifica as nossas vidas de três maneiras.” (p. 3)
2.1. Explicita as três funções da moeda.


3. “Os índices de preços no consumidor – utilizados para verificar a estabilidade dos preços – são compilados uma vez por mês recorrendo ao que se designa por “um cabaz de compras”. Este cabaz contém, uma ampla variedade de produtos habitualmente consumidos por uma família representativa. O preço total do “cabaz de compras”, como uma medida do nível geral de preços, é depois verificado periodicamente para ver quanto é que os preços estão a subir”. (p. 4)
3.1. Explicita o conceito de família representativa.
3.2. Explicita o conceito de cabaz de compras.
3.3. Indica como se calculam os índices de preços no consumidor.

4. Definição: A inflação é a subida generalizada e sustentada dos preços.

Se apenas subissem os preços de alguns bens, os consumidores poderiam adaptar-se a novos padrões de consumo, evitando os efeitos nefastos da inflação.

Se os preços não subissem durante um período considerável de tempo, mas apenas num determinado momento, dir-se-ia que se verificou apenas uma alteração do nível geral de preços, passando para um patamar diferente no referido momento. Os preços teriam subido, mas o fenómeno não se diz inflação se não tiver continuidade.4.1. Explicita na definição de inflação, o significado das seguintes expressões: a) Generalizada; b) Sustentada.
4.2. Refere as seguintes causas da inflação: (p. 5)
a) Por excesso da procura;
b) Por aumento dos custos de produção.
4.3. “A deflação pode ser definida como sendo o oposto da inflação, isto é, (...)”. (p. 6) Completa a definição de deflação fazendo copy/paste.

5. “Os preços são considerados estáveis se, _________, não subirem (como em períodos de inflação) nem descerem (como em períodos de deflação) ao longo do tempo”. (p. 6)
Completa.

6. A estabilidade de preços promove o crescimento económico e o emprego porque os consumidores e as empresas podem tomar decisões mais informadas se os preços forem comparáveis. (p. 7/8)
6.1. Refere-te ao interesse da estabilidade dos preços na perspectiva dos consumidores.
6.2. Refere-te ao interesse da estabilidade dos preços na perspectiva das empresas.

7. “Quando os preços são estáveis, os detentores de poupanças e os credores estão dispostos a aceitar taxas de juro mais ______, dado que esperam que o valor do seu dinheiro permaneça igual por períodos mais longos. Caso contrário, iriam querer uma garantia contra a incerteza quanto ao valor futuro do seu dinheiro e passariam a exigir taxas de juro mais elevadas para os seus depósitos e empréstimos”. (p. 8)
Completa.

8. “Como resultado, os devedores beneficiam de taxas de juro mais ______. Isso significa que os custos de endividamento das empresas que desejam comprar máquinas mais modernas e das pessoas que pretendem um empréstimo para comprarem, por exemplo, um carro ou uma casa são mais baixos. Encorajar as empresas a investirem deste modo contribui para um aumento da sua competitividade e cria postos de trabalho adicionais. Esta é outra razão por que preços estáveis são um contributo tão importante para o crescimento económico e o emprego”. (p. 9)
Completa.

9. “Regra geral, os grupos mais desfavorecidos da sociedade são os que frequentemente mais sofrem com a inflação, dado que as possibilidades que têm para se protegerem são limitadas”. (p. 9)
Refere-te aos aspectos sociais da estabilidade dos preços comparando aqueles que usufruem de rendimentos fixos (salários e pensões, por exemplo) com os que detêm rendimentos variáveis (os lucros variam com as vendas).

10. “A política monetária do BCE visa manter a taxa de inflação anual na área do euro num nível muito baixo, ou seja, num nível inferior mas próximo de 2 % a médio prazo”. (p. 10)
10.1 Explica porque é desejável uma taxa de inflação de 2% comparativamente a 0%.
10.2 Explica porque seria perigoso para a economia a descida dos preços.
10.3 Indica os países que pertencem à Área do Euro.

11. Procure na web uma definição, e faça link para o site (*) onde encontrar os seguintes conceitos:
11.1 Desinflação;
11.2 Estagflação.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Preço de um bem - noção e componentes

1Explica o paradoxo da água e do diamante utilizando os conceitos de utilidade total e utilidade marginal.
Visto que a água é um bem com diversas utilidades, podendo ser utilizado para as varias necessidades dizendo-se que tem utilidade total finita, já o mesmo nao se pode dizer da utilidade marginal acarca da água, pois dificilmente encontraremos ou arranjaremos bens com que pudéssemos efetuar trocas, visto que a água tem utilidade marginal relativamente muito baixo. Já o diamante é um bem com uma utilidade total baixo porque não podemos usa-lo para diversos fins como a água, mas possui uma grande utilidade marginal que lhe permite encontrar facilmente bens com que possa efectuar trocas ou transacções.

2. Refere cinco factores que influenciam a formação dos preços.

 Os cinco factores são os custos de produção, preços superiores ao seu custo unitário, preços com menos custo unitários,maximização do lucro e o monopólio por parte dos produtores.

3. Comenta a importância da estrutura do mercado na formação dos preços, referindo dois exemplos de mercado concorrencial e dois exemplos de monopólio.

Por exemplo se aumentassem os custos dos produtos, os produtores não conseguiram vender o stock todo, daí ser preciso o monopólio de modo a equilibrar as coisas.
 Aqui estão 2 exemplos de mercado concorrencial e de monopolio:
 Mercado de concorrencia perfeita - onde o monopolio consiste em manter o equilíbrio de preço e quantidade dos produtos por parte dos produtores.
 Mercado de concorrencia imperfeita - trata-se duma especie do inverso do mercado de concorrencia perfeita, porém aqui introduze uma nova especie de fusão de seu nome oligopólio.

2012 – 10º Aniversário do Euro

https://docs.google.com/presentation/d/1XNAQXpkF31iAPZ7LcHeaPZgdIah0NOgvm69nKYJGYgY/edit#slide=id.g7fe92cce_0_11

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Conceito e funções da moeda

1. Apresenta um conceito de moeda.
A moeda serve para facilitar as trocas, ou seja, também é um bem útil aceitado e reconhecido por outros.

2. Explicita as funções da moeda apresentando exemplos.

A moeda tem varias funções como as seguintes:
 Meio de troca - pois sem um be que só servisse de moeda de troca estariamos em constante movimento a obter e a trocar bens de modo a obtermos objectos e produtos que necessitávamos.
 Unidade de conta - que se trata a forme como medimos o valor dos metais preciosos , assim como medimos o peso em quilogramas.
 Reserva de valor - que se trata de contas poupanças, depósitos , obrigações e imóveis.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

História e tipos de moeda

1. Distingue troca directa de troca indirecta.
 A troca directa é o sistema mais simples de fazer transacções, ou seja, se um individuo possui um bem que tenha em grande quantidade ou não precise , pode sempre trocar com outro individuo por um outro bem que mais aprecie. Enquanto isso a troca indirecta existe uma grande vantagem , pois não e preciso procurar coincidência entre o comprador e o vendedor , porque agora existe um intermediário, a moeda que facilita as translações (trocas).

2. Apresenta exemplos de bens que tenham sido utilizados como moeda.

Bens como vacas,vinhos, cervejas e cigarros foram utilizados como moeda de troca, ou seja , moeda de mercadoria.

3. Define moeda-mercadoria.

 Moeda-mercadoria é um bem útil de preferência credível e facilmente aceite pela comunidade de modo a poder-se a tornar-se numa moeda para trocas e transacções dentro da sociedade.

4. “Para que um bem apenas sirva como moeda, esse bem deve ser inútil”. Justifica.

O que este enunciado quer dizer e o seguinte, se um chocolate fosse uma moeda de troca e o comecemos ficavam sem moeda de troca, ou seja, para que um bem apenas sirva como moeda de troca esse bem não pode outra utilidade senão como moeda de troca.

5. Indica as características que um bem deve apresentar para funcionar adequadamente como moeda.

Têm de ter as seguintes condições:
 - Divisibilidade por causa dos trocos;
 - Durabilidade pois a sua degradação altera o valor do bem e dificulta o uso como padrão de trocas;
 - Aceitabilidade geral que seja aceita e reconhecida por todos;

 - Ter pouca procura não-monetário, deste modo a evitar flutuações (alterações) nos montantes disponível na moeda. 
 - Manter o valor , se a moeda varia-se como o vinho e a cerveja tornar-seria difícil o seu uso.
 - Ser pratica de movimentar, ou seja, nem pode ser de grande ou de muito pequeno porte.
 - Ser dificilmente falsificável  tais como os metais preciosos que até hoje em dia é um verdadeiro desafio conseguir a sua falsificação.

6. Define moeda de papel (primeiras notas).

 As moedas de papel tratavam-se de recibos com a assinatura do cambista, sempre com o mesmo montante padrão e com a expressão "ao portador", para que se evita-se o levantamento do deposito de certas pessoas por parte doutros indivíduos (não-proprietários do deposito).

7. Explicita o conceito de moeda fiduciária (da expressão latina fiduciariu, que depende de confiança).

Este conceito consiste trata-se da passagem da moeda-papel para papel-moeda,ou seja, nesta passagem o governo ou o estado faz com que os papel-moeda tenham um unico valor e que somente sirvam de moeda de troca, não podendo sendo trocado por ouro ou outros metais preciosos.


8. Explicita o conceito de papel-moeda.
Papel-moeda reprenseta a moeda, ou seja, dantes utilizavamos bens úteis como moeda , actualmente usando papel-moeda temos uma moeda que só serve de moeda de troca.


9. Define moeda escritural.
A moeda escritural trata-se da movimentação de contas bancárias emitindo cheques até a liquidação do saldo existente na conta bancária.

10. Define moeda de plástico.
A chamada moeda de plástico trata-se de cartões de crédito em que se compra agora e paga depois ou vise-versa, como os passes da carris ou senhas de gasolina.

11. Define moeda electrónica.
A moeda electrónica trata-se de um novo tipo de moeda que se encontra em grande desenvolvimento, onde cada vez mais transações sao feitas atraves de terminais de computadores , no qual a conta bancaria e movimentada directamente.

12. Relaciona a evolução tecnológica com o processo de desmaterialização da moeda.
Por exemplo graças a evollução tecnologica surgiram os cartoes de multibanco,cartoes de credito e contas bancarias que nos permitem fazer compras sem que necessitamos moeda de troca.
Como no caso de uma compra de internet, precisa-se apenas de saber os dados da conta bancaria não utilizado nenhuma moeda apenas movimentações bancarias.

13. Distingue os diversos tipos de cartões bancários.
Por exemplo os cartões de crédito são tipos de cartões bancários em que um individuo compra e paga depois.E os cartões de multibanco ou designados cartões visa em que permitem realizar pagamentos até a exaustão do saldo existente na conta bancaria do cliente.