terça-feira, 28 de maio de 2013

Mercado de Títulos

1. Distingue mercado primário de mercado secundário.
Enquanto o mercado primário diz respeito ao momento em que novos títulos de dívida são introduzidos (ex: leilões de bilhetes ou títulos), o mercado secundário diz respeito à negociação posterior desses títulos que chegaram ao mercado através dos leilões (dos mercados primários).

2. Compara o empréstimo obrigacionista com o aumento de capital quanto:
a) à rentabilidade dos títulos- é melhor do que o empréstimo obrigacionista , pois ninguém seria capaz de arriscar sem dono de uma empresa com muitas acções , tendo essa mesma uma margem de lucro nula ou relativamente mínima.
b) à possibilidade de as empresas ajustarem os pagamentos à conjuntura económica- Enquanto as acções permite que as empresas se adaptem à conjuntura económica, o empréstimo obrigacionista não, pois se um negocio corra mal não será distribuído lucros com e para ninguém..

3. Explicita o significado dos termos:
a) Tomada firme; significa garantir as emissões de emissão de um empréstimo obrigacionista e colocar os título as à venda ou disposição do público.
b) Corretoras;
c) Cotação.

4. Distingue bull market de bear market.
Enquanto o bull market traduz-se num mercado com grandes elevadas tendências onde os operadores apostam na alta dos activos, o bear market traduz-se num mercado com baixas tendência, ou quando os operadores apostam na baixa dos activos.

5. Imagina que no fim de 2012 tinhas comprado 1.000 € em títulos e que o valor dos títulos que compraste subiu ao ritmo do PSI-20.
Utiliza este gráfico (PSI-20/VER MAIS) para calcular o valor actual da tua carteira.


6. Refere as diferentes possibilidades que os indivíduos têm de rentabilizar os seus investimentos distinguindo os conceitos de price-taker e price-maker.


7. Porque é que os particulares não podem comprar divida pública no mercado primário? – Perguntou José Gomes Ferreira a João de Almada Moreira Rato, Presidente do IGCP. (VÍDEO) Este não respondeu, mas percebe-se porquê.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Leasing, Factoring e Capital de Risco

1. Supõe que desejas adquirir um automóvel que custa 25.000 €. Identificaste o leasing como boa opção de financiamento e desejas pagar a viatura em 48 meses.
Determina (faz print screen) a (a) entrada inicial, o (b) valor do aluguer mensal e o (c) valor residual. 
a - 12500 euros
b - 500 euros
c - 280,63 euros

2. Caracteriza o leasing.
 O leasing é uma palavra de origem inglesa que significa ceder a posse por arrendamento ou aluguer, onde se realiza no aluguer um activo dispendiosos, como maquinaria por um fabricante a uma empresa de locação.

3. Refere as vantagens do leasing relativamente a outras alternativas de financiamento.
O leasing é bom para pessoas que não tem dinheiro, ou seja, fabricantes que não podem pagar o custo total de um activo oneroso.

4. Caracteriza o factoring.
 O factoring é uma actividade comercial que soma prestações de serviços à compra de activos financeiros, resumindo trata-se de contratar outras pessoas ( denominadas agentes consignatários)  para receber o dinheiro das facturas da empresa.

5. Refere as vantagens do factoring relativamente a outras alternativas de financiamento. 
As vantagens do factoring são:
   - Libertação da carga administrativa inerente ao processo de cobrança de facturas  acompanhamento dos devedores, comunicações, emissão de avisos e recibos, que os permite canalizar energias disponíveis para as áreas produtivas e comerciais.
   - Têm acesso a uma garantia com um maior poder negocial junto de fornecedores , e a racionalização da gestão de tesouraria (pela certeza das receitas).
   - Redução de eventuais prejuízos com juros inconcebíveis.
   - Acesso a uma taxa de juro muito mais favorável no credito em conta corrente na CGD.

6. Compara a actividade das sociedades de capital de risco com a actividade dos bancos, sintetizando em menos de 200 palavras a generalidade dos aspectos referidos na página 9 deste Guia.
  Enquanto a capital de risco é a médio e a longo prazo o endividamento tem qualquer prazo.
  A capital de risco  tem empenho total até ao desinvestimento e o endividamento faz uma analise do risco de solvabilidade e exigência de garantias patrimoniais.
  A capital de risco disponibiliza o financiamento com objetivo de crescimento e valorização do negócio e endividamento salvaguarda o risco.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Rendimento disponível dos particulares

1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.
O rendimento pessoal é o total do dinheiro recebido por um individuo ou família durante um período de tempo. Se ao rendimento pessoal tirarmos o dinheiro que as famílias tem de pagar pelos impostos, ficamos com o rendimento pessoal disponível.

2. Distingue impostos diretos de impostos indiretos.
Os impostos diretos incidem automaticamente sobre o sujeito e este fica imediatamente sobre o rendimento. Os impostos indiretos incidem sobre um, e é também suportado por outro, uma vez que um produtos encontra uma forma de não pagar os impostos sozinho, subindo o preço conforme varia o iva.

3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.
As contribuições sociais distinguem-se dos impostos porque as contribuições tem uma finalidade  sendo por isso geridas pela segurança social e não incluídas no orçamento de estado. Os imposto também são descontos mas entram no cofre do estado.

4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.
O motivo pela qual a despesa de bens duradouros é a parcela mais estável porque o consumo dos bens duradouros é mais evitado pelos consumidores, uma vez que o seu consumo é adiado, e por isso hà uma maior estabilidade no consumo.

5. Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula:
a) O Rendimento disponível dos particulares;
b) O Consumo privado;
c) A Poupança;
d) A Taxa de Poupança;
e) As Taxas de crescimento das diversas rúbricas.

6. Interpreta os cálculos acima efetuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais; 2009 e 2011.
b) Nesse ano, qual a rubrica cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP; rendimentos de empresa e de comunidade de 2009, e renumerações do trabalho de 2011.
c) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais contribuiu para a redução do RDP; contribuições para a segurança social no ano 2009 e 2011.
d) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
A utilização de bens duradouros diminui nos dois anos devido a descida do RDP, que vai fazer com que a população comece a adquirir mais bens não-duradouros que são dispensáveis à vida e não-abdicáveis, em vez dos bens não-duradouros do qual se pode abdicar o consumo, pois estes não são fundamentais.
e) Paradoxalmente, apesar dos efeitos que referiste nas alíneas anteriores, a taxa de poupança mantem-se sensivelmente ao mesmo nível. Como se explica isto?
A taxa de poupança revela uma percentagem do rendimento que não fora utilizada pelas famílias para o consumo, porém encontra-se relativamente sempre ao mesmo nível uma vez que as famílias ao observarem o seu rendimento reduzido, essas mesmo adotam um pensamento de contenção  isto é, as pessoas adotam um maior pensamento em relação as poupança (mantendo assim a taxa de poupança). Acontecendo isto tudo, as famílias vão cortar o máximo no consumo dos bens dispensáveis a vida (bens duradouros, constituindo assim um paradoxo, pois na pratica seriam mais provável uma família que ganha-se menos poupasse menos, e assim teria menos rendimentos para sobreviver.

7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW)
Comenta.
Através do gráfico do RDP observamos que o consumo de bens duradouros têm pouca importância, já os bens não duradouros apresentam uma importância relativamente muito maior.
Porém os valores mais altos encontram-se nas poupanças produzida pelas pessoas, enquanto os valores mais baixos se encontram nos bens não duradouros conforme referi na frase anterior.


terça-feira, 7 de maio de 2013

Poupança e Investimento

1. Justifique porque o conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento.
O conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento Porque investido na poupança obter-se-a uma certa quantidade de rendimentos que depende de caso para caso, no qual se destina a gastos de consumo privados no futuro.

2. Refira o efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança da sociedade portuguesa.
O efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança diminuiu e o rendimento disponível dos particulares aumentou.

3. Identifique uma opção de poupança perigosa e sem qualquer rendimento.
O entesouramento é uma opção perigosa de poupança e não tem qualquer rendimento.
4. Identifique o destino de poupança mais comum.
O destino de poupança mais comum é o depósito do montante poupado num banco.

5. Identifique a aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva.
A aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva é o investimento.

6. Explique porque a taxa de lucro deverá ser superior à taxa de juro.
A taxa de lucro deve ser superior à taxa de juro porque assim ninguém investia, se a taxa de lucro for menor à taxa de juro vão ter prejuízo ao investir, e as pessoas vão investir e não vão queres ter prejuízo.

7. “A taxa de juro é o preço de equilíbrio que se estabelece entre quem procura e quem oferece liquidez”.Comente.
O dinheiro é um bem e como qualquer bem tem um preço, e tal como os outros bens pode haver outras pessoas dispostas a vender dinheiro(

8. Explicita as funções do investimento.
Existem várias funções do investimento:
- A substituição ou reposição do capital- as maquinas que vão tendo um desgastes precisam de ser substituídas para manter a capacidade produtiva.
- A formação de capital ou aumento da capacidade produtiva- é a função do bem real, permitindo produzir mais bens.
- A inovação- é a melhoria de novos produtos ou processos produtivos.
9. Explicita o conceito de amortizações.
A amortização é a redução do valor de uma divida, através do pagamento em prestações até que a dívida seja liquidada.
10. Distingue investimento de reposição de investimento de expansão.
O investimento de reposição acontece quando o investimento permite repor a capacidade produtiva e o investimento de expansão acontece quando o investimento é superior ao investimento de reposição assim sendo permite aumentar a capacidade produtiva.

11. Define investimento líquido.
O investimento líquido é o investimento que é realmente aumentado pela capacidade produtiva.
12. Justifica a variação de existências como componente do investimento.

13. Justifica uma elevada taxa de poupança e um elevado volume de investimento como elementos do mesmo “ciclo virtuoso”.

14. Entre os vários tipos de investimento, identifica o que mais contribui para:
a) o crescimento da economia- investimento material;
b) a inovação- i
nvestimento imaterial
c) a especulação-
 investimento financeiro

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A redistribuição dos rendimentos

1. Entre as receitas públicas, identifica e justifica:
a) A que agrava o volume da dívida para satisfazer necessidades imediatas- É as receitas creditícias, pois estas resultam da contração de empréstimos que darão origem ao aumento do valor da denominada dívida publica.
b) A que pode significar redução da atividade do Estado na economia- É as denominadas receitas patrimoniais ou voluntarias, ou seja, são bens ou patrimônios vendidos pelo estado.
c) A que deverá ser utilizada para financiar despesas correntes- É as receitas coactivas, na qual se baseia no requerimento de impostos por parte do estado.

2. Distingue políticas fiscais de políticas sociais.
As políticas sociais realiza despesas em conjunto com o estado como a segurança, ações sociais, saúde e educação, enquanto as politicas fiscais trata-se de requerimento de imposto propostos pelos estado denominadas receitas coactivas.

3. Explica em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
A redistribuição dos rendimentos consiste nu,ma nova distribuição de rendimentos mais justa e aceite do que a repartição primaria.

4. Calcula a importância das três principais rubricas da despesa pública em 2012. (Dados no Pordata)
As três principais rúbricas são : a Saúde, a Segurança Social e a Educação.
Saúde:
(10397,6) * 100 / 37256.6 = 27.90 % da população
Educação:
(6623.2) * 100 / 37256.6 = 17.77 % da populaçao
Segurança Social::
(12369.7) * 100 / 37256.6 = 33.20 % da população
O total do calculo da respetiva importancia é de 37256.6 milhões de pessoas .

5. Realiza três simulações à tua escolha no site para onde vão os seus impostos.
1ª simulação - um casal com um rendimento anual bruto de 60 mil euros e 3 filhos terá pago cerca de 11.075,46 euros no ano anterior.
2ª simulação - um solteiro com um rendimento anual bruto de 13,500 euros e sem filhos terá pago cerca 871,52 euros em impostos no ano anterior.
3ª simulação - um divorciado com um rendimento anual bruto de 4 mil e 800 euros e 2 filhos não terá pago nada em impostos no ano anterior.

6. Refere como o valor dos impostos varia com:
a) o nível de rendimento- quanto maior o nível de rendimento de um individuo maior é o valor de impostos que terá de pagar.
b) o estado civil- os solteiros e solteiras pagam muito mais em impostos em relação aos casados, divorciados, viúvos e etc...
c) o número de filhos- quanto maior o numero de filhos menor será o que terá de se pagar em impostos.

7. Justifica a independência da afetação das despesas nas diversas simulações que efetuaste.
Se imaginarmos cada pessoa num determinado estado, os impostos serão pagos consoantes as capacidades contributivas (se uma pessoa tem um salário alto vai pagar impostos altos), sendo assim as prestações sociais dependem das necessidades de cada um.